Resenha: Livro x Filme - Para sempre Alice



Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Já quero chorar de pensar nesse livro e filme. Primeira leitura de Abril. Perfeita!



Lido em: Abril de 2014
Título: Still Alice
Autor: Lisa Genova
Páginas: 283 
Editora: Nova Fronteira
Ano: 2009
Gênero: Drama <3


Eu tinha um objetivo. Ver um FILME GANHADOR DO OSCAR (qualquer categoria. Nesse caso, melhor atriz)... Mas tinha que ser ADAPTAÇÃO de UM LIVRO... E o que eu escolhi está acabando comigo. Que perfeição!!!

Depois de ler o livro, corri pra assistir o filme...‪#‎OMG‬ Por diversas vezes lembrei do Fernando Aguzzoli autor do livro "Quem, eu?" 
"Meus ontens estão desaparecendo e meus amanhãs são incertos." (página 241)
SINOPSE - Para Sempre Alice - Alice (no filme, interpretada por Julianne Moore) sempre foi uma mulher de certezas. Professora e pesquisadora bem-sucedida, não havia referência bibliográfica que não guardasse de cor. Alice sempre acreditou que poderia estar no controle, mas nada é para sempre. Perto dos cinqüenta anos, Alice Howland começa a esquecer. No início, coisas sem importância, até que ela se perde na volta para casa. Estresse, provavelmente, talvez a menopausa; nada que um médico não dê jeito. Mas não é o que acontece. Ironicamente, a professora com a memória mais afiada de Harvard é diagnosticada com um caso precoce de mal de Alzheimer, uma doença degenerativa incurável. Poucas certezas aguardam Alice. Ela terá que se reinventar a cada dia, abrir mão do controle, aprender a se deixar cuidar e conviver com uma única certeza: a de que não será mais a mesma. Enquanto tenta aprender a lidar com as dificuldades, Alice começa a enxergar a si própria, o marido (Alec Baldwin), os filhos (Kate Botsworth, Hunter Parrish e a queridinha de Hollywood, Kirsten Stewart) e o mundo de forma diferente. Um sorriso, a voz, o toque, a calma que a presença de alguém transmite podem devolver uma lembrança – mesmo que por instantes, e ainda que não saiba quem é.


LIVRO Alice Howland, 50 anos, professora de renome da disciplina de Psicologia Cognitiva na universidade de Harvard, apaixonada pelo que faz, tem uma família perfeita. Um ótimo marido: John, um cientista, e três filhos jovens e lindos: Anna, Tom e Lydia. 

Alice anda se esquecendo de coisas simples do seu cotidiano: nomes, lugares que deveria estar e até mesmo tema de aula que ama lecionar. Mas todo mundo se esquece de coisas assim. O ápice deste esquecimento foi em um dia em que resolveu dar uma corrida, se viu completamente perdida, sem saber como voltar pra casa, e estava em um ponto a poucas quadras e passara por ali várias vezes durante muitos anos. Começando a se preocupar com isso, procura sua médica e a mesma a indica procurar uma profissional especializado. Um neurologista.

Testes e mais testes, o neurologista a informa que tem a doença de Alzheimer precoce. Diagnosticada ela se depara com algumas questões: Como seguir com a carreira e com seus planos? E seu casamento? Como lidar com os filhos?

Nessa história rica de detalhes, acompanhamos a evolução da doença da nossa personagem, vivendo com ela todos os dissabores decorrentes desse mal irreversível.

Sua luta incessante contra essa doença é insistente. Não quer ser uma dependente de sua família, e a frustração de perceber que nada pode fazer com que a doença volte atrás. 


Uma parte que eu sempre percebia essa luta, era o lembrete que ela colocava no celular todas as manhas com perguntas simples:


1. Em que mês estamos?
2. Onde você mora?
3. Onde fica o seu escritório?
4. Qual é a data de nascimento da Anna?
5. Quantos filhos você tem?


O livro tem cenas muito bem descritas, e bem realistas. No final do livro a autora descreve que a historia é fictícia, mas como mencionei eu me deparava lembrando do livro "Quem, eu?" que conta uma história real.  Fiquei bem emocionada, de arrepiar, em muitos momentos tive que parar para chorar e pensar na minha vida, na vida de quem tem a doença, precoce ou não, nos familiares... (por isso que amo livros que fazem isso). Eu literalmente cai de paraquedas na leitura. Me sentia como se estivesse ali, quem sabe da família. Impossível não se envolver e não se emocionar.

FILME: Já aprendi e entendi que adaptações não seguem a risca o livro. Servem como parâmetro. Diversas cenas cortadas (normal) e algumas modificadas (compreensível). Mas uma coisa não se pode negar, quando se lê o livro antes, a emoção aflora muito mais do que alguém que assiste "no escuro". Existem pessoas que gostam de ler depois de ver o filme, não é o meu caso.



Mesmo "sabendo" o que vai acontecer, algumas falas, algumas cenas que não foram adaptadas são relembradas por conta da leitura. Eu não daria um Oscar para a Julianne Moore, Eu daria DOIS! Mais que merecido! 

Amei! Amei e Ameiiiiiiiiiii

Então livro e filme entram para mais uma categoria do desafio cumprida!





3. Um livro adaptado para o cinema.


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4 comentários

  1. Oi meninas! Tudo bem?
    Só passei aqui para lhe avisar que acabei de te indicar para uma tag...
    Confere lá no meu blog que é conhecido como Um baixinho nos Livros.

    Espero que goste. Bjs

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  2. Esse livro é simplesmente maravilhoso, não é mesmo! Fiquei muito tempo tentando conseguir ele. A primeira publicação dele aqui já havia sido parado de ser impressa tinha uns 6 meses quando descobri que o livro existia e resolvi que queria ler.

    Quando finalmente consegui colocar minhas mãos nessa história vibrei de alegria. Eu já tinha lido outro livro da autora e tinha certeza absoluta que esse não me decepcionaria e não errei. Considerei o livro muito bem escrito e super condizendo com a realidades das pessoas que vivem essa doença (tanto do lado do doente quando do lado da família do doente).

    Também fiz resenha sobre ele. Depois passa lá no blog e dá uma olhada! Vai ser um prazer saber o que achou da minha resenha... conchegodasletras.blogspot.com.br

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    1. Oi, Mari! Obrigada pela visita!!! O livro é realmente muito bom!!

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