Maio Especial Romances de Épocas: O que tem de curioso nos Bridgertons?



Oi, Leitores!

E nosso Maio Especial de Romance de Época não para, todos sabem do amor que temos pelos Bridgertons, vocês devem até estar enjoados de nos verem falando deles rsrsrs, mas é bem difícil não falar, viu?

Durante a leitura da série, várias coisas nos despertaram interesse e queremos compartilhar com vocês.


O jogo pall-mall


Quem não ficou apaixonada pelo jogo no segundo livro da série? A alegria e descontração dos familiares durante o jogo foi incrível. Conheça mais sobre o Pall-mall!

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Em torno de 1630, um francês chamado John Bonnealle estabeleceu um tribunal para jogar pall-mall no lado sul da Praça de St. James , em Londres, em uma área conhecida como St. James's Field (mais tarde Pall Mall Field). "Um ano ou dois" mais tarde, por volta de 1631, Bonnealle havia morrido e o sapateiro do rei, David Mallard ou Mallock, tinha construído uma casa nesta terra, que foi ordenado demolir por Candlemas Day , 1632.

Foi jogado em um longo beco com um aro de ferro suspenso sobre o chão no final. O objectivo era o de chegar a uma bola de desconhecido circunferência. Com um pesado malho de madeira, pelo beco e pelo aro com o menor número possível de acessos. Muitas referências nos dizem que a bola tinha cerca de 12 polegadas ou 30 cm de diâmetro. No entanto, sabe-se que isso não é correto, pois uma bola desse tamanho seria muito, muito pesada para levantar a uma altura alta com um pequeno malho. Observe a bola na gravura. Pensa-se que a bola foi provavelmente na região de 2 3 / 4 polegadas (7 cm) ou ligeiramente maior. Diferenciou do trucco especialmente em seu comprimento mais extremo da área jogando, sugerindo uma relação mais próxima ao golf do que outros derivados do bilhar à terra .

Quando o jogo caiu da moda, alguns desses "pall malls" evoluíram para áreas de compras, daí o nome moderno de centros comerciais na América do Norte - shopping centers - enquanto outros evoluíram para passeios gramados, sombreados, ainda chamados de shoppings hoje.


Os "calling cards"

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Os tão famosos cartões de visita apresentados toda vez que se chegava na casa de alguém.
Hoje em dia, o uso de cartões de visita é muito comum no meio dos negócios, mas deixado de lado quando o assunto é as relações pessoais. A apresentação do cartão era muito importante. Sabe aquela história de “a primeira impressão é a que fica”?


Para os que não são refinados nem bem-nascidos, o cartão de visitas é nada além de um pedaço de papel sem importância ou significado; mas para o culto discípulo da lei social, ele contém uma sutil e infalível inteligência. Sua textura, o estilo de gravação, e mesmo a hora de deixá-lo se combinam para colocar o estranho, cujo nome ele carrega,em uma posição agradável ou não, mesmo antes de seus modos, sua conversação e sua face tenham apresentado sua posição social. Quanto mais alta a civilidade de uma comunidade, mais cuidadosa ela é para preservar a elegância de suas formas social. É bastante fácil expressar um bom-nascimento através das formalidades dos cartões, assim como por qualquer outro método, e talvez sejam eles, de fato, a mais segura apresentação para um estranho. Sua textura deve ser delicada, seus dizeres em letras planas, e não devem ser muito pequenos nem muito grandes. O refinamento dificilmente é obtido através de exageros. (“Our Deportment”, por John H. Young, 1881. Clique aqui para ler a versão online em inglês)

Os calling cards eram transportados em cases charmosos de prata ou ouro, às vezes filigranado, outras vezes apenas entalhados.  FONTE: http://www.agedandopulentjewelry.com/
Os calling cards eram transportados em cases charmosos de prata ou ouro, às vezes filigranado, outras vezes apenas entalhados. - FONTE 

Lady  Danbury



Voce sabia Lady Danbury (a senhora sem filtros na língua, e faz de sua bengala uma arma), é uma personagem que aparece praticamente em todos os livros da série Bridgertons (e em outros livros da autora). Surgiu primeiramente no livro “How To Marry A Marquis”(no Brasil foi publicado pela Editora Nova Cultural com o título “Como Casar com o Marquês”), nesse livro inclusive Lady Danbury é praticamente uma protagonista. 





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Maggie Smith como minha Lady Danbury.


“Smythe – Smiths”

Essa curiosidade talvez nem seja tãoo novidade assim. Mas uma das famílias citada em Bridgertons por diversas vezes,  é a “Smythe – Smiths” aquela que não é tão boa assim com seus dotes musicais, lembra? Pois é, ela agora tem sua própria série intitulada, “O Quarteto Smythe-Smith” publicada pela Editora Arqueiro. Confira a resenha do primeiro livro aqui.



Cão da Raça Corgi



A personagem da Kate do segundo livro (O Visconde que me amava) tem um cachorrinho da raça Corgi. Ele e originalmente do País de Gales, e é a raça preferida da rainha Elizabeth (Inglaterra). é uma raça de pequeno porte e bem fofinho, que inicialmente foi criada para trabalho de pastoreio, porém agora serve de cão de companhia. mas na série é apenas um cão de estimação.





2 comentários :

  1. Oi, meninas!
    Gente, eu amei esse jogo! Nossa, eu ri demais dos personagens super competitivos hahahahah
    AAAH quero ler o livro da Lady Danbury *---*
    Beijos
    Balaio de Babados

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    Respostas
    1. OOOiiii, Luiza!!! Esse jogo é o máximo mesmo... Como não amar a Lady Danbury?
      Beijão!!!!

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